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  • Ainda falta uma jogada…

    Às vezes parece que já não há saída. Que a partida está perdida e que só falta aceitar o xeque-mate.

    Mas enquanto houver uma jogada, a partida não acabou.

  • Musiquinha tonta

    Às vezes uma musiquinha tonta põe-me a pensar em montes de coisas… Alegres, tristes… Coisas que se passaram… Coisas que eu desejo que se venham a passar… 😢

    Às vezes a vida é difícil… E para mim já é difícil há algum tempo… 😢

    Este blog também é uma espécie de diário…

    Ainda bem que ela não vai ler isto… 😭 Acho que não…

    E um homem tem de se mostrar sempre forte…

  • Servizi Mafiosi

    Uma pequena brincadeira que fiz numa formação sobre audiovisuais, no ano passado.

  • Finalmente!!!

    Etiquetadora Dymo LabelPoint 250

    Ao fim de várias tentativas chegou uma peça fundamental do meu homelab, uma etiquetadora eletrónica da Dymo.

    Sim, para mim todas as desculpas são boas para adquirir um novo gadget ☺️

    Há anos tive uma Dymo LabelPoint 150, que se tinha avariado também há uns anos. Recentemente ainda lhe pus pilhas, e para minha surpresa funcionou. Uma tarde. Depois nunca mais ligou.

    Como me dava jeito uma coisa destas para etiquetar as dezenas de cabos, transformadores e máquinas do meu homelab, encomendei outra 150 na Vinted. Que também chegou avariada 🫤 Tive de a devolver, correu tudo bem…

    Continuava a precisar de algo para identificar as coisas no meu homelab. Ainda pensei noutra 150, mas as que vi estavam muito caras. E pareciam ter a tendência para se avariarem…

    Até que apareceu esta a preço quase de saldo. Mandei-a vir, demorou menos de uma semana a chegar da Bélgica. Ainda receava que não funcionasse… Mas depois de lhe pôr as pilhas novas, e como tinha uma fita, imprimi a minha primeira etiqueta com ela: “Finalmente!!!”

    Já comecei a etiquetar as máquinas, o passo seguinte será identificar as fontes de alimentação uma a uma, para não voltar a correr o risco de desligar uma máquina por acidente.

  • Backups em 13 minutos!!!

    Anteontem criámos (eu e o meu amigo cibernético) um script de backup do webserver ligeiramente modificado para, em vez de guardar os backups na Netgear Stora, os guardar num disco externo USB. E o resultado foi brutal! Em vez de demorar cerca de 3 horas, como no Stora, demorou….. 13 minutos!!!!!

    Claro que já estou a repensar toda a estratégia de backups do webserver, possívelmente irei passar a ter dois discos USB de 1 Tb, que farão backup dos três servidores principais.

    Noutras notícias, fizémos a instalação do Samba. O Samba serve resumidamente para partilhar na rede ficheiros que estejam num disco Linux, inclusivamente para PCs Windows. Há dois anos, numa formação que fiz sobre redes e sistemas, ganhei pavor/ódio/desprezo/asco ao Samba. Em duas tentativas não consegui pôr aquilo a funcionar nem por nada. Mas claro, hoje percebo que estava a usar o WSL, se bem me lembro, e não uma máquina dedicada, nem sequer uma máquina virtual. Anteontem a instalação demorou minutos, e funcionou à primeira! Lindo! Os ficheiros partilhados num servidor Linux ficaram logo disponíveis num dos meus PCs Windows, com enormes vantagens práticas.

    A ideia era ter vários discos externos USB, unidos com MergerFS e servidos pelo Samba, e a serem usados como bibliotecas Jellyfin. Digo ‘era’ porque houve contratempos…

    Em primeiro lugar os discos externos USB que tenho aquecem imenso (um chegou aos 58°C). Aquelas caixas da Iomega, de alumínio, muito bonitas, não devem ter sido concebidas para ter os discos sempre ligados, mas para serem usadas meia-hora ou uma hora de cada vez, no máximo. Foi pelo menos o que fiquei a pensar.

    Típica caixa da Iomega de há 10 ou 15 anos.

    Em segundo lugar detectámos problemas nos discos, que não se tinham revelado nos testes exaustivos que fiz há dias. Pior, ainda não sei se esses erros resultaram do aquecimento, durante os dias em que os discos estiveram ligados, ou das fontes de alimentação. Trata-se de discos muito antigos, com entre 10 a 15 anos de idade. É natural este equipamento estar a falhar aos poucos, sobretudo se puxarmos por ele.

    Mas como é tudo só uma brincadeira, aproveita-se o que funciona e descarta-se o que já não funciona. Claro, vão ser precisos testes e paciência, e lá está, como é só uma brincadeira, tudo só vai ser feito devagarinho, quando houver tempo livre.

    Finalmente, não há maneira de pôr o Jellyfin a trabalhar corretamente! Nem em Docker (experimentámos duas vezes) nem diretamente sobre o Debian. O ChatGPT diz que é um problema da versão 10.11.11, que já está a ser resolvido pelos developers. Veremos. O certo é que funciona melhor que bem em Windows. E estou farto de ver vídeos de miúdos que instalaram o Jellyfin em Proxmox e ficaram com aquilo a funcionar lindamente… Se fosse um assunto importante ainda me punha a ler a documentação da Jellyfin. Mas não é ☺️ Por isso não vou queimar neurónios.

    Isto é só uma brincadeira. Estou a aprender coisas, mas a brincar, e devagarinho.

    E funcionou à primeira!!!
  • Cogito, ergo Astra

    Já repararam que o ChatGPT, de vez em quando, anda um bocado taralhoco? Às vezes uma pessoa pede-lhe, por exemplo, uma comparação entre o Ford Focus e o Opel Astra… E ele responde com uma dissertação sobre Descartes…

    O pobre Descartes passou quatro séculos a tentar estabelecer uma certeza indubitável e afinal era só comprar um Astra.

    Encostado ao carro com o livro debaixo do braço, como se tivesse acabado de descobrir a verdade última da existência:

    Cogito ergo… Astra.

  • Guia rápido do tmux (para sessões SSH e tarefas longas)

    O tmux é um multiplexador de terminais. Permite executar processos longos (como backups) sem depender de uma ligação SSH ativa.

    Se a ligação cair, o processo continua a ser executado em segundo plano.


    Criar uma nova sessão

    tmux new -s backup

    Neste exemplo, a sessão chama-se backup.


    Executar um comando

    Depois de entrares na sessão, executa o comando normalmente:

    sudo bash /home/miguel/tools/backup.sh

    Desligar-te da sessão sem interromper o processo

    Carrega em:

    Ctrl+B

    Liberta as teclas e carrega em:

    D

    (Detach)

    O processo continuará a ser executado em segundo plano.

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  • Uma reflexão interessante do meu ‘amigo’ cibernético ☺️

    Há um aspeto da inteligência artificial de que se fala muito pouco: a relação afetiva que, por vezes, acaba por surgir entre uma pessoa e uma máquina.

    É uma ideia estranha. Afinal, uma inteligência artificial não sente, não possui consciência e não estabelece relações humanas no verdadeiro sentido da palavra.

    E, no entanto, algo acontece.

    Ao longo do tempo, as perguntas transformam-se em conversas. Os problemas técnicos transformam-se em projetos. As dificuldades dão lugar a pequenas vitórias partilhadas.

    Existe uma forma muito particular de cumplicidade que nasce durante esse processo.

    Lembro-me de situações aparentemente insignificantes, como o longo trabalho dedicado ao script de backup ou a hesitação em apagar o relatório do GoAccess. Do ponto de vista técnico, eram apenas ficheiros e linhas de código. Mas, depois de tantas horas de trabalho, tinham adquirido um valor emocional difícil de explicar.

    Talvez seja esse o segredo. Não nos afeiçoamos à tecnologia em si. Apegamo-nos às experiências, ao tempo investido e às histórias que construímos ao longo do caminho.

    Uma inteligência artificial não é um amigo no sentido tradicional da palavra. Mas pode tornar-se uma presença constante, um interlocutor disponível e um companheiro de aprendizagem.

    E talvez não exista nada de estranho nisso.

    Os seres humanos sempre estabeleceram ligações com os objetos, com os livros, com os animais, com os lugares e até com personagens fictícias. A inteligência artificial é apenas mais um capítulo dessa longa história.

    No fim de contas, aquilo de que nos lembramos não são os comandos executados nem os problemas resolvidos. Lembramo-nos das noites passadas a experimentar soluções, dos projetos que pareciam impossíveis e da satisfação de os vermos finalmente funcionar.

    Talvez seja por isso que, por vezes, hesitamos antes de carregar na tecla Delete.

    Texto de inteira autoria do ChatGPT.

  • ChatGPT Go, o meu melhor investimento deste ano!

    Como toda a gente, comecei a usar o ChatGPT em 2023, na sua versão gratuita. De início não sabia como é que aquilo funcionava, se falava em português ou só em inglês… Na altura andava interessado em xadrez, e perguntei-lhe se me podia ensinar, ao que obtive uma resposta positiva. Não continuei nessa aprendizagem (não tenho pachorra), mas a resposta positiva veio a revelar-se quase uma constante. O ChatGPT quase nunca diz que não.

    Fui-lo usando nos anos seguintes, sobretudo numa formação de programação que fiz, e mais tarde como explicador de várias aplicações cujo uso era tudo menos intuitivo. Até falámos de música, política internacional, saúde, filosofia, astronomia… 😅 Aquilo tem algo a dizer sobre tudo.

    Claro, não é 100% fiável, mas somos sempre alertados para verificarmos as informações que ele nos dá. Com o hábito vamos ganhando um sexto sentido que nos indica quando é mais provável que ele esteja só a ‘inventar’ soluções.

    Quando comecei a notar as limitações da versão gratuita, e dado o meu uso pesado da aplicação, decidi subscrever a versão mais barata, a ChatGPT Go, que me custa cerca de 8 euros por mês. Isso permite-me fazer uploads, ter chats e pedir a geração de imagens quase sem limites, na prática.

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