
Há mais de 20 anos que tenho andado a experimentar várias distribuições (distros) do Linux, sobretudo o Ubuntu. Aqui há uns 15 anos comecei a ouvir falar do Linux Mint, que é baseado no Ubuntu, mas com várias melhorias, sobretudo a nível do interface gráfico.
Mas na realidade nenhum Linux me convenceu até hoje, geralmente por causa das pontas soltas e arestas por limar, que a mim me causavam chatices, mas para um utilizador normal iam ser irritações e frustrações grandes, quando não obstáculos.
Mas há dias, na posse de alguns computadores antigos, com mais de 10 anos, talvez até 15 anos, decidi experimentar a última versão do Linux Mint. Tive algumas dificuldades iniciais, sobretudo porque nunca sigo o guião que os developers definiram, mas também porque os programas de instalação dos vários Linuxes não precavêem algumas situações. Mas hoje, num velho portátil Lenovo X220 (Levelho?) só tive um percalçozito, que resolvi depressa. Depois foi espetacular. A instalação e configuração deste Linux é simples e agradável, a ponto de neste momento estar mais curioso acerca deste novo (para mim) sistema operativo do que das novas funcionalidades do Windows 11 que eu, ao mesmo tempo, estava a configurar noutro velho portátil.
Este Lenovo já mal aguentava com o Windows 10 (que vai deixar de ser suportado pela Microsoft em Outubro), e agora está perfeitamente utilizável por qualquer pessoa!
Quem tiver um PC vélhinho, aí com os seus 10 anos, mas que funcione e não tenha avarias, pode perfeitamente experimentar este sistema operativo, e fica com uma máquinazinha bem porreira!
1000 euros por um portátil? Nááááá!!!…..



