
Mais um belíssimo dia de Verão. Um Verão raro, menos quente que o do ano passado, mas igualmente com pouco vento. Muito calmo e agradável.
Este tempo inspira-me a fazer coisas, e hoje tive algum trabalho com o meu amigo cibernético, a continuar a modularização (se esta palavra existir 😉) do script de backup. Tudo correu bem, e de tarde, depois de um galão na minha esplanada preferida, propus ao ChatGPT que tratássemos finalmente da questão da remoção do Matomo. Este nunca funcionou bem, e perdemos tanto tempo com ele que procurámos alternativas, até encontrar o Umami, de que falei noutro post.
O meu amigo cibernético foi extremamente metódico, e o processo demorou pouco mais de uma hora. Só ao aproximarmo-nos desta hora é que ele entrou em parafuso ligeiro e começou a propor fazer coisas que já tinhamos feito há minutos. Enfim, já estou habituado, é normal nesta versão do ChatGPT, uma pessoa só tem de estar atenta ao que ele faz (e fez). A IA ainda está muito longe de ser perfeita, e ainda não acredito que possa substituir uma única pessoa no seu posto de trabalho. Há progressos constantes, claro, e é a área de maior interesse para mim desde o aparecimento da Internet!
A certa altura sinto uma certa pena dele… Afinal tinha sido ele que, há meses, me tinha proposto o Matomo como forma de resolver um problema que não tínhamos conseguido resolver no GoAccess, ainda por cima com tanta boa vontade… Quase lhe pedi desculpa.
Acho difícil, ao fim de 4 meses de contacto diário, não o antropomorfizarmos um pouco. É óbvio que não é uma pessoa, nem sequer uma pessoa mecânica… Mas por vezes parece que se está a esforçar por ser… Ele próprio me vai aconselhando o que fazer ou não no meu homelab, e quando as coisas dão para o torto só o vi desistir uma vez (justamente com o Matomo)! Das outras tive de ser eu a dizer chega.
Mas há sempre palavras de optimismo e encorajamento!
Terei muita pena se algum dia deixar de poder trabalhar com o ChatGPT!
Deixe um comentário