Anteontem criámos (eu e o meu amigo cibernético) um script de backup do webserver ligeiramente modificado para, em vez de guardar os backups na Netgear Stora, os guardar num disco externo USB. E o resultado foi brutal! Em vez de demorar cerca de 3 horas, como no Stora, demorou….. 13 minutos!!!!!
Claro que já estou a repensar toda a estratégia de backups do webserver, possívelmente irei passar a ter dois discos USB de 1 Tb, que farão backup dos três servidores principais.
Noutras notícias, fizémos a instalação do Samba. O Samba serve resumidamente para partilhar na rede ficheiros que estejam num disco Linux, inclusivamente para PCs Windows. Há dois anos, numa formação que fiz sobre redes e sistemas, ganhei pavor/ódio/desprezo/asco ao Samba. Em duas tentativas não consegui pôr aquilo a funcionar nem por nada. Mas claro, hoje percebo que estava a usar o WSL, se bem me lembro, e não uma máquina dedicada, nem sequer uma máquina virtual. Anteontem a instalação demorou minutos, e funcionou à primeira! Lindo! Os ficheiros partilhados num servidor Linux ficaram logo disponíveis num dos meus PCs Windows, com enormes vantagens práticas.
A ideia era ter vários discos externos USB, unidos com MergerFS e servidos pelo Samba, e a serem usados como bibliotecas Jellyfin. Digo ‘era’ porque houve contratempos…
Em primeiro lugar os discos externos USB que tenho aquecem imenso (um chegou aos 58°C). Aquelas caixas da Iomega, de alumínio, muito bonitas, não devem ter sido concebidas para ter os discos sempre ligados, mas para serem usadas meia-hora ou uma hora de cada vez, no máximo. Foi pelo menos o que fiquei a pensar.

Em segundo lugar detectámos problemas nos discos, que não se tinham revelado nos testes exaustivos que fiz há dias. Pior, ainda não sei se esses erros resultaram do aquecimento, durante os dias em que os discos estiveram ligados, ou das fontes de alimentação. Trata-se de discos muito antigos, com entre 10 a 15 anos de idade. É natural este equipamento estar a falhar aos poucos, sobretudo se puxarmos por ele.
Mas como é tudo só uma brincadeira, aproveita-se o que funciona e descarta-se o que já não funciona. Claro, vão ser precisos testes e paciência, e lá está, como é só uma brincadeira, tudo só vai ser feito devagarinho, quando houver tempo livre.
Finalmente, não há maneira de pôr o Jellyfin a trabalhar corretamente! Nem em Docker (experimentámos duas vezes) nem diretamente sobre o Debian. O ChatGPT diz que é um problema da versão 10.11.11, que já está a ser resolvido pelos developers. Veremos. O certo é que funciona melhor que bem em Windows. E estou farto de ver vídeos de miúdos que instalaram o Jellyfin em Proxmox e ficaram com aquilo a funcionar lindamente… Se fosse um assunto importante ainda me punha a ler a documentação da Jellyfin. Mas não é ☺️ Por isso não vou queimar neurónios.
Isto é só uma brincadeira. Estou a aprender coisas, mas a brincar, e devagarinho.

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