E hoje, feriado nacional, foi dia de instalar o Uptime-Kuma para vigiar todos os dispositivos da rede, e me enviar uma notificação, via ntfy, no caso de alguma máquina ou serviço parar, para o telemóvel e tablet.
Ainda não está instalado na máquina definitiva, e deu um certo trabalho a instalar e configurar, mas por agora serviu de experiência e teste. E foi mais uma experiência gira no meu homelab.
O trabalho continua no meu homelab. Já está configurada uma câmara de vídeo para servir de birdcam se os rabirruivos voltarem, ou para a próxima Primavera, instalei um switch Gigabit, que me custou €2 no Vinted (!!!), e liguei o webserver à rede via cabo. As configurações foram feitas e tudo parece estar a funcionar bem.
Ainda tive um problemazito com um cabo Ethernet que não estava em condições, mas que foi logo substituído.
Para daqui a uns dias fica a atribuição de endereços IP definitivos.
No entretanto estou a fazer experiências com o Jellyfin, baseado num servidor em Windows 11. Já consigo ver filmes e séries em qualquer lado da casa, e inclusivamente fora de casa, através do Tailscale.
É incrível o que se pode fazer essencialmente sem dinheiro, com hardware velho/dado/encontrado no lixo, e com bastante ajuda do meu amigo cibernético ChatGPT!
O meu novo switch Gigabit, comprado por 2 euros no Vinted!
Resumidamente, neste homelab estão instaladas as seguintes tecnologias:
• Organização da rede • Endereçamento IP •Jellyfin
Planeado:
• Wake-on-LAN • Backups automáticos
“Este homelab nasceu como uma forma de reaprender tecnologias Linux, autoalojamento e administração de sistemas, construindo gradualmente uma pequena infraestrutura doméstica funcional.”
Os trabalhos no meu homelab estão a avançar bem. Já só falta limar algumas arestas. Mas até agora o server tem:
Debian 13
ssh
Cockpit
nginx
Fail2ban
WordPress
Matomo
Nextcloud
Tailscale
Isto levou uns dias a completar, mesmo com a ajuda do ChatGPT. Não esperem que eu diga que sou um administrador de Linux expert – a brincadeira só se fez com a “Inteligência” Artificial. É um pouco como ter um administrador de Linux ao lado, e é muito melhor que ler documentação dispersa, confusa e árida.
Vou continuar a brincar com isto, até ao dia em que registe um domínio com o meu nome. Antes ainda há uns detalhes a afinar, nomeadamente backups completos ao sistema.
O Tailscale é uma brincadeira fixe, que me vai permitir administrar todo o sistema mesmo de fora de casa. Fixeeee!
Sagrado Coração de Jesus… Vocês não imaginam a trabalheira que dá para pôr uma coisa destas a funcionar! A complexidade é imensa, pelo menos para quem nunca fez isto. Mesmo com a ajuda da IA, é preciso saber fazer as perguntas certas e contar com as limitações e inconsistências desta. Nunca seria capaz de fazer isto sozinho, pelo menos sem anos de estudo e experiência. O meu maior respeito por quem faz disto a sua vida, sem ajudas. E mais, nada garante que o servidor esteja bem protegido. Posso ser hackeado já amanhã, ou mesmo ainda hoje!